Instituto Senai de TIC

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Instituto Senai de TIC

Instituto Senai de Tecnologia da Informação e Comunicação de Londrina vai atuar com projetos de automação e inteligência artificial

 

O instituto foi inaugurado oficialmente na última sexta-feira (18), com a presença do presidente da Confederação Nacional da Indústria (CNI), Robson Braga

 

Na última sexta-feira (18), autoridades vieram a Londrina para a inauguração da sede do Instituto Senai de Tecnologia da Informação e Comunicação. Entre os presentes estavam o presidente da Confederação Nacional da Indústria (CNI), Robson Braga, o presidente da Federação das Indústrias do Estado do Paraná (FIEP), Edson Campagnolo, o prefeito de Londrina Marcelo Belinati, e os deputados federais Alex Canziani e Luis Carlos Hauly.

Em seu discurso, o presidente da CNI afirmou que não existe país moderno sem indústria moderna, por isso o Brasil investe 75% dos seus recursos públicos para gerar ciência. Segundo ele, no IST de Londrina, foram investidos ao todo R$ 15 milhões e a previsão é de que sejam investidos mais R$10 milhões. “Uma manufatura mais avançada proporciona uma indústria mais competitiva”, afirmou.

O Instituto

Com 2.800 metros quadrados, o Instituto Senai de Tecnologia da Informação e Comunicação ganhou oito novos laboratórios, que vão permitir atuação em consultorias e assessorias em diversas áreas, como gestão e governança de TI, projetos de automação e sistemas inteligentes para a Indústria 4.0, inteligência artificial, mineração de dados e eficiência energética, entre outras.

O Instituto vai atuar também em projetos de pesquisa, desenvolvimento e inovação para novos produtos e serviços, e na certificação de pessoas por meio de seus cursos técnicos, de qualificação, aperfeiçoamento e, o mais recente, que teve início em fevereiro, curso superior de Engenharia de Software.

 

Fonte Consystem

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Mercado lança 2,3 carros por dia

Com  crescimento de 20,4% sobre o primeiro quadrimestre de 2017,  setor de carros e comerciais leves está vivendo um momento importante no mercado.

 

E como consequência, o consumidor recebe uma enorme quantidade de novidades. Foram quase 190 lançamentos de modelos e versões nos quatro primeiros meses do ano, média de 2,3 por dia.

O dinamismo do mercado e a forte concorrência fazem com que as montadoras mudem a cada momento as suas estratégias, retirando determinadas versões menos procuradas e oferecendo novas opções ao consumidor, com mais itens de conforto e segurança para atender o cliente exigente, e, também, mais peladas, com o objetivo de reduzir o preço final e atender aquele comprador com menor poder aquisitivo. Têm ainda as versões especiais, como o Hyundai HB20 Copa do Mundo. A ação do concorrente é outro determinante para as alterações no catálogo de ofertas. O curioso é que, embora a lei permita, nem todas as novidades são modelo 2019. Tem muito modelo 2018 recém-lançado.

 

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Rainha no Brasil vai ao topo

Entidades elevam estimativa da produção de soja na safra 2017/18 e País deve passar EUA em volume no próximo ciclo com exportações em alta.

 

Se o clima pareceu influenciar negativamente a colheita de grãos da primeira safra no Paraná e no Sul do País, o resultado para a soja deve bater recorde na somatória do País, com ao menos 117 milhões de toneladas. As previsões variam a partir desse patamar para mais, entre entidades do setor, o que possibilita que o Brasil ultrapasse os Estados Unidos pela primeira vez, já no ciclo 2018/19, e se torne o maior produtor da leguminosa no mundo. Resultado que deve ser comemorado, principalmente em um momento de rentabilidade alta ao agricultor.

Os principais levantamentos de safra indicam aumento na colheita de soja. Apesar de o ciclo passado contar com melhores condições climáticas, houve crescimento significativo na área plantada, em detrimento do milho. No Paraná, a alta foi de 3% e deve fechar em 5,4 milhões de hectares (ha), de acordo com o último balanço do Deral (Departamento de Economia Rural) da Seab (Secretaria de Estado da Agricultura e Abastecimento). ]

 

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Montadoras avaliam produção no país

Montadoras vem trabalhando no desenvolvimento de caminhões elétricos, a maioria para início de produção na Europa e Estados Unidos.

 

No Brasil, a MAN – fabricante de caminhões e ônibus da Volkswagen –, mostrou no ano passado um caminhão leve elétrico, o e Delivery, desenvolvido na fábrica de Resende (RJ). A previsão do grupo é iniciar operação em frotas piloto ainda neste ano. A maioria das empresas aguarda a publicação do programa Rota 2030, prevista para os próximos dias, para decidir políticas locais para elétricos e híbridos.

No caso dos automóveis, é esperada uma redução de 25% para 7% na alíquota do IPI. No primeiro quadrimestre foram vendidos no País 1.260 veículos elétricos e híbridos, 70% a mais ante igual período de 2017.

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IBGE estima safra de grãos de 230 milhões de toneladas

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Digitalização traz ganhos extras à indústria

Accenture,  consultoria especializada em digitalização, prevê migração de valor para serviços digitais, inclusive para setor automotivo.

digitalização está reinventando a indústria na forma de fazer seus produtos, mas também (e muito) na forma de vende-los. No caso dos fabricantes de veículos, um carro não terá seu valor agregado somente pelo que ele é (um conjunto mecânico de peças e chapas de aço), mas pelos serviços digitais que traz e experiência que pode proporcionar ao usuário. Essa transformação é intensa e disruptiva, muda o enfoque dos negócios, mas poderá gerar milhões em novos ganhos para quem souber fazer a migração de valores.

Esta é a previsão da Accenture, consultoria internacional especializada em digitalização, que já trata o novo negócio industrial como “Indústria X.0”. Segundo recente estudo da empresa, levando em conta só o setor automotivo, processos e produtos digitalizados podem reduzir em até 14% os custos por empregado; para cada US$ 10 bilhões em faturamento, US$ 200 milhões extras podem ser ganhos com a manufatura digital (a chamada indústria 4.0) que produz sob demanda e evita desperdícios, outros US$ 200 milhões adicionais virão da venda de serviços digitais aos clientes e mais cerca de US$ 70 milhões são gerados por novos modelos de negócios.

 

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Empresas gastam 1.958 horas e R$ 60 bilhões por ano para vencer burocracia tributária

Segundo especialistas, Brasil é o país onde mais se gasta tempo calculando e pagando impostos. Governo lançou medidas para simplificar e discutir reforma tributária.

 

A cada 200 funcionários, 1 trabalha na área contábil no Brasil. Nos Estados Unidos, a proporção é 1 para mil e, na Europa, 1 para 500. As informações são da diretoria da Stefanini, multinacional brasileira de tecnologia presente em 40 países, e dão uma dimensão da complexidade da tarefa de calcular e pagar impostos no Brasil.

O pagamento dos impostos em si é apenas uma das etapas de um processo burocrático. Antes disso é preciso calcular o valor do tributo a ser recolhido, preencher uma série de formulários e analisar um emaranhado de normas para verificar aquilo que pode ser descontado ou eventualmente transformado em crédito tributário.

O Brasil é o país onde se gasta mais tempo para lidar com a burocracia tributária no mundo. De acordo com relatório divulgado no dia 31 de outubro pelo Banco Mundial, as empresas gastam em média 1.958 horas por ano para cumprir todas as regras do Fisco.

 

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Mercado interno alcança melhor patamar desde 2015

Segundo a Anfavea, a média diária de abril chegou a 10,3 mil veículos. As vendas avançaram 21,3% alcançando mais de 726 mil unidades.

 

O mercado interno de veículos ganhou mais força no primeiro quadrimestre do ano. As vendas avançaram 21,3% para 762,8 mil unidades, entre leves e pesados. O volume é o maior para o período desde 2015, quando foram registrados 893 mil emplacamentos no País. “Os números estão voltando a patamares mais saudáveis, mas ainda ficam abaixo da média dos últimos 10 anos para o período, que era de 950 mil unidades”, observa Antonio Megale, presidente da Anfavea, associação que representa as montadoras e apresentou os números na segunda-feira, 7.

 

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Aumento na cotação de commodities leva a procura por maquinário agrícola

A tendência agora é de que produtores aproveitem para renovar maquinário e investir em modelos mais modernos, com maior tecnologia agregada.

O aumento das cotações das commodities agrícolas, em virtude da quebra da safra na Argentina vem incentivando produtores de todo o mundo a renovar sua frota de máquinas agrícolas. Em entrevista a jornalistas no dia 20 de março, o CEO global da John Deere, Samuel Allen revelou ser a primeira vez em quatro anos que se tem uma queda significativa da produção de grãos no mundo.

Segundo ele, as reservas globais de grãos estão diminuindo, o que traz sustentação às cotações das commodities. Com o aumento da renda dos produtores, cresce também a venda de máquinas agrícolas. “Com os preços em alta, a tendência é de que os produtores comprem mais máquinas não apenas para substituir as antigas, como também para renovar sua frota com modelos mais modernos”, explicou Allen.

 

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CNA pede R$ 198 bi e juros de 4% a 8,5% ao ano para Plano Safra

No documento entregue para o ministro da Agricultura, CNA pede  a  manutenção de R$150 bi para os programas de custeio e comercialização.

Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA) pedirá ao governo R$ 198 bilhões em recursos para o Plano Agrícola e Pecuário 2018/2019, a partir de 1º de julho, alta de 5% sobre o total de R$ 188,4 bilhões de 2017/2018.

A entidade representativa do setor produtivo defende, na proposta entregue na quarta-feira (18/4) ao ministro da Agricultura, Blairo Maggi, a redução na banda de juros para o crédito agrícola dos atuais 7,5% a 11,75% ao ano para 4% a 8,5% ao ano.

 

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