No exterior ela é conhecida como Digital Farming, já no Brasil é chamada de Fazenda Digital ou Agricultura 4.0. O conceito já está bem avançado no país e o setor já conta com diversas inovações. Neste artigo você vai ficar por dentro de quais são essas inovações nas máquinas e equipamentos agrícolas.

1. Máquinas Autônomas
Hoje tratores já dispensam a necessidade de um condutor. As máquinas autônomas é uma das inovações mais impressionantes do primeiro setor nos últimos anos. Tratores, por exemplo, podem ser operados por meio de um tablet ou funcionar de forma completamente autônoma, com uma rota pré-estabelecida em um GPS.
Outras iniciativas que estão surgindo no mercado apresentam colhedoras que automaticamente reconhecem e colhem os frutos prontos para serem colhidos.

2. Agricultura de Precisão
Outra inovação impulsionada pela quarta revolução industrial é a Agricultura de Precisão, tão presente no dia a dia dos agricultores brasileiros que às vezes sequer é vista como inovação.

Nessa técnica as informações são analisadas em modelos de dados (“cluster”) e são segmentados por tipo e regiões específicas, sendo possível diagnosticar, isolar e tratar pequenas áreas dentro de uma lavoura, ajustando, dentre outros fatores a quantidade de sementes, defensivos e/ou fertilizantes – com base na real necessidade de cada talhão ou parte dele.

3. Internet das Coisas
Máquinas que se comunicam sem interferência humana, trocando dados pela rede, já são realidade no campo. No futuro próximo, os equipamentos agrícolas terão cada vez mais sensores conectados à internet.

A inteligência artificial aplicada à agricultura pode melhorar os processos produtivos e apoiar a tomada de decisão pelo agricultor, reduzindo custos e trazendo mais rendimento. A internet das coisas deve movimentar US$ 8 bilhões no Brasil este ano, segundo a empresa de pesquisa IDC.

A Revista Cultivar trouxe um exemplo claro da revolução da Agricultura 4.0. É o caso de um condomínio familiar agrícola mato-grossense que planta grãos em uma área de 31 mil hectares.

Nesta safra, o grupo fez um comparativo entre máquinas do ano 2002 com novas, de 2017, a fim de testar a eficiência do maquinário. Para isso, foram colocadas em campo 15 máquinas (2002) e seis (2017).

O experimento demonstrou que o desenvolvimento dos grãos e a produtividade se mantiveram, por outro lado, o número de equipamentos em campo e o custo da mão de obra diminuíram, enquanto o nível de qualificação profissional aumentou.

A nova realidade – Agricultura 4.0 – provoca a necessidade do agricultor buscar qualificações adequadas para o manuseio das novas máquinas e sistemas. Afinal, este é um caminho sem volta, que veio para facilitar o replanejamento das empresas agroindustriais e que impacta tanto o pequeno produtor quanto os grandes grupos agrícolas.

 

Fonte Consystem

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